Ultrageek 264 – Ayrton Senna

Ultrageek 264 – Ayrton Senna

RAULLL CAVALARIA GEEK!

No Ultrageek dessa semana vamos falar sobre o mito das pistas de automobilismo, sobre o ídolo nacional, sobre a lenda Ayrton Senna! Algumas histórias não podem morrer, alguns sentimentos precisam ser passados de geração para geração e o patriotismo que o Ayrton Senna sempre despertou nos brasileiros precisa ser lembrado.

Convidados de velocidade:
Jorge Pezzolo (PezzoLo TV), Bárbara Franzin (Velocidade) e Karol Stutz (Amigurumis)

Nesse episódio: Use um cortador de grama, amacie a bicicleta, tenha um amigo Prost Puto, seja o Rei de Monaco, conheça o templo do automobilismo, fuja do beijo da maligno da Xuxa, pegue um atalho, tenha seus próprios engenheiros, fuja da briga como um francês, seja amigo do Piquet, conheça o ano da invasão e seja preso!

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Sobre o autor

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  • Leo Fluz

    Depois de uns séculos sumido, voltei para comentar sobre A MELHOR pessoa BR BR que já existiu. Eu tinha 5 anos quando assistia as corridas do Ayrton pela TV, emocionava, e claro, aos 6 lembro exatamente de tudo o que eu fazia quando houve o acidente. Até mesmo quando a morte dele foi anunciada no Fantástico, já no fim da noite. Ele tinha vários defeitos, mas fazia de tudo para conquistar o que desejava, ele almejava muito e conseguia com garra e determinação. RAUL!

  • Silvério Machado

    Rauuu Marechais.
    Eu me chamo Silvério, sou Técnico de Segurança do Trabalho, tenho 34 anos e moro em Taubaté Vale do Paraíba SP .
    Ouvindo o programa sobre o Ayrton Senna, me lembrei de um artigo que havia lido no em um site e fazendo uma busca no tio google e consegui encontra-lo. Esse artigo nos mostra o quão preciso era Ayrton Senna.
    Segue abaixo:

    A história do GP de Dallas, nos Estados Unidos, de 1984, ficou guardada na memória do engenheiro Pat Symonds, então na Toleman e hoje diretor técnico da Williams.

    “Tínhamos um carro muito bom naquele momento, usávamos os pneus Michelin e estávamos muito competitivos. Na corrida, ele fez uma boa largada, rodou e estava abrindo caminho no pelotão quando tocou no muro, danificou a roda, e teve de abandonar”, contou o inglês em entrevista exclusiva ao UOL Esporte.

    “Quando voltou para os pits, perguntei para ele o que tinha acontecido e ele disse: ‘eu toquei no muro, o muro deve ter mexido’. E eu disse ‘não seja ridículo, Ayrton!’. Mas ele tinha muita certeza de que o muro tinha mexido e manteve a história.”

    Depois que a corrida terminou, Senna continuava mantendo sua versão para o ocorrido, então ele e Symonds foram para a pista checar o local onde o brasileiro havia tocado o muro.

    “Era um circuito de rua, então eles usaram blocos de concreto para delimitar a pista. O que vi quando cheguei no lugar onde ele tinha batido foi que um dos blocos estava em um ângulo diferente dos outros, por uns (3mm ). Alguém devia ter tocado antes e o bloco se mexeu. E Ayrton estava pilotando de maneira tão precisa que acabou tocando.”

    Até hoje, quase 31 anos depois, a história ficou marcada para Symonds. Para o engenheiro, aquela auto-confiança mostrada por Senna quando ele ainda dava seus primeiros passos na Fórmula 1, aos 24 anos, foi sua marca registrada ao longo da carreira.

    “Lembro disso até hoje porque, além de estar pilotando de maneira tão precisa, ele tinha tanta confiança nele mesmo que ele manteve a história. Ele simplesmente não podia acreditar que poderia ter cometido um erro. Acho que isso resume como Ayrton era.”

    http://esporte.uol.com.br/f1/ultimas-noticias/2015/06/01/o-dia-em-que-ayrton-senna-bateu-e-disse-que-o-muro-tinha-mudado-de-lugar.htm

    PS. Ainda não possuo um nome na cavalaria, mas em breve estarei solicitando.

  • Julio Costa – O Paranauê

    Raulll andantes e volantes marechais! Mais um episódio que ficou uma vontadezinha de participar! Ayrton Senna foi a pessoa mais próxima de um herói que me lembro de ter visto, pode parecer exagero, mas toda a sua trajetória parece um livro de ficção, ou arcos de um filme. Da busca obsessiva pela vitória à sua luta inglória, contra a política de um esporte orientado por interesses comerciais, o que culminou com sua morte. Não foi citado no episódio, mas Senna não queria correr em Imola após a morte de Ratzenberger, ele tentou uma greve de pilotos, mas foi ameaçado pelo pessoal da FIA e coagido pela equipe a correr por questões de patrocínio. É emblemática uma imagem na qual se vê Ayrton parado com as mãos sobre o aerofólio olhando fixamente para o carro no qual morreria, pouco antes da largada. Senti que o foco do programa ficou muito na rivalidade Senna x Prost e meio que deixou de lado as tretas do Senna com o Piquet e do Senna com o Mansell. Os pegas inesquecíveis, como a ultrapassagem de Piquet em Senna no GP da Hungria, na qual Nelson Piquet conseguiu fazer drift com um fórmula 1, ou quando Senna venceu Mansell apenas com o bico do carro, já que ambos cruzaram a linha de chegada juntos em Jerez. No mais parabéns pelo excelente episódio e aguardando ansioso pelos episódios de Nelson Piquet e Emerson Fittipaldi. Raulll!

  • André Navarro Barros

    RAULLL nobres marechais e honrada cavalaria.

    Como sou de 1996, não pude ter o incrível prazer de acompanhar a trajetória do mito que foi o Senna. Mas, assim que foi citado nesse podcast, me recordei das muitas horas que passei no Mega Drive que meu primo me deu aos meus 4 anos de idade com um único cartucho: o Ayrton Senna’s Super Monaco GP II. Após algum tempo, já tendo decorado o jogo inteiro, quis saber um pouco mais sobre o que se tratava e quem era esse tal de Ayrton Senna e qual não foi minha decepção (na medida que uma criança de 4/5 anos pode se decepcionar com algo) ao saber que ele já não estava vivo há um bom tempo. Obviamente, alguns anos mais tarde, já com um número incontáveis de papetes do Senninha e com um pouco mais de maturidade, vim a conhecer um pouco mais da história desse grande homem da história brasileira nas corridas automobilísticas e o tomei como um herói para mim. Ele tinha suas falhas como qualquer outra pessoa, mas o modo como ele sempre correu atrás de seus objetivos me inspiram até hoje!

    RAULLL

  • Lucas Pedroso

    RAUUUUULL, nobres geeks! Meu nome é Lucas e falo aqui de Boston MA, mas sou originário da Rússia Brasileira. Descobri o ultrageek pelas listas de podcast do Brasil, e já baixei vários episódios que estão na fila para assistir. Como trabalho na construção de 8 horas pra mais por dia, a mídia podcast vira a mídia perfeita para consumir conteúdo que aprecio e gosto. Realmente me conquistou, pois sinto que tenho vários amigos que partilham dos mesmos gostos que eu e sinto que estou dentro da conversa! Abraços E RAULL!

  • Cast muito bom. Bom ver que teve gente gabaritada para participar. Eu mesmo não teria essa competência. Parabéns a Babi, ao Pezzolo e à Karol. Sobre o acidente do Senna, 2 anos atrás escrevi um memorial em homenagem aos 20 anos da fatalidade, para o blog do podcast do qual faço parte. Se alguém tiver interesse, dá uma lida lá: http://speedtrap.com.br/2014/05/senna-20-anos/

    • Babi Franzin

      Opa, muito obrigada! =)

    • Jorge Pezzolo

      valeu!

  • Felipe Bezerra

    Cara impressionante como ainda não superei isso… Como quase toda criança dos anos 80 era viciado em F1. Acordava cedo(ou madrugava) para assistir, ia em Interlagos ver os treinos(de longe, já não dava para pagar ingresso), colecionava albuns, miniatuaras… Mas caras, a morte do Senna colocou uma pedra em tudo. Até hoje me lembro do que fazia na hora do acidente. Nunca mais acompanhei, e hj ouvindo o cast, o sentimento de perda ainda é o mesmo…
    Parabéns pelo cast…

  • Paula Piva

    Olá Marechais, estava mto de boas ouvindo o podcasts, colocando as fotinhos até ir procurar alguma do acidente. Q arrependimento. Juro q na minha cabeça ia achar foto da comoção ou algo assim, fui juvenil e a internet não perdoou. Por mais de 20 anos eu consegui me livrar de ver essas fotos.
    De dica, Cavalaria não busquem isso, é mto dolorido. Coloquei a mais branda.

    Sobre Senna, nunca gostei de corrida, não vejo sentido, mas amava ver o brasileiro ali. Amava, vibrava com a bandeira no podium.
    Naquele dia meu pai ficou em casa pra ver a corrida e nós fomos pra igreja, quando chegamos ele estava no sofá com os olhos vermelhos. Caraca eu lembro dos olhos bem azuis de qdo ele ficava emocionado misturado com o vermelho em volta, do sono. Foi tenso.

    Ah, lembrando q depois da morte dele a galera descobriu q ele tinha uma instituição pra ajudar crianças, q ele fazia um zilhão de coisas de caridade. O cara era foda demais e nunca pediu glórias por isso, a glória q ele queria foi a q ele batalhou, e conseguiu

  • Lucas F. Zurwellen

    RAULLL Marechais,

    Panoramix na pista!… ãh ãh ãh…

    Sensacional este programa e muito bom vocês terem chamado uma galera que entende muito bem e que não são baba ovos do Senna. Isto é, falaram também dos podres e de como ele não era só esse Mr. Nice Guy que a maioria enxerga.

    Na F1 só vencem os melhores e para ser melhor você não pode ser bonzinho, nenhum dos grandes campeões foi bonzinho, sempre havia algo de podre.

    Porém uma opinião, acho que comentada pelo Tato, eu não concordo e é aquela questão de o Senna “se” colocar em evidência e assim sendo um bom exemplo.

    A questão não é ele ser um bom exemplo mas sim quem colocou ele em evidência. Sabemos muito bem que brasileirinho gosta de ver brasileiro ganhando, se não ganha não interessa. Esse pensamento é e sempre será reforçado pela Globo e pelo Babão (Galvão) Bueno.

    Infelizmente este apresentadorzinho esportivo (ele é um mal profissional na minha opinião) tem o dom de endeusar uma personalidade de forma com que iluda o povo e isto pode ser visto com as “inúmeras” viúvas do Senna que ficaram pelo Brasil.

    Espectadores que dizem que a F1 morreu junto do Senna e que nunca mais assistiram a corridas. Essa galera foi toda iludida com uma imagem vendida que não era a verdade absoluta e infelizmente esse peso de endeusamento cai sempre em cima de um piloto brasileiro para ser a nova esperança.

    Fico puto com isso, a galera não sabe apoiar um esportista por apoiar, torcer por torcer e esperar que o mesmo alcance um sucesso. Também fico puto da galera colocar o Senna de forma como fosse um anjo, o cara foi um gênio da época dele, não existe essa de “se ele tivesse vivo”, o cara teve a época dele. O Schumi teve a sua, agora há novos, antes eram outros.

    Mas o pior de tudo, é esse endeusamento que o Galvão cria e que reflete no povo, assim como Senna era exemplo de bom moço para a juventude, hoje em dia temos um tal de Neymala como exemplo pelo mesmo motivo e refletindo na garotada.

    Enfim, só queria exaltar minha revolta quanto ao fato do brasileirinho não saber torcer e da emissora escolher quem deve ser ídolo.

  • Davi Paiva

    Olá, pessoal. Tudo bem? Espero que sim.
    É o primeiro programa que ouço de vocês. A minha namorada e um amigo que me indicaram o programa por saberem que sou sou fã do Senna.
    Gostei do programa e da indicação do livro, cuja existência eu desconhecia.
    Só uns adendos:
    – o primeiro carro dele foi feito com motor de máquina de moer cana;
    – os pais dele não deram tanto apoio. Até o tiraram do kart. Se não fosse um amigo conciliar a carreira com a família, Armando Botelho, as coisas teriam sido diferentes;
    – o nome da ex-mulher dele é Lilian de Vasconcellos e eles se separaram em 1983, um ano antes de ele entrar para a F1;
    – o nome da sigla da federação é FIA. Não FISA, conforme dito no programa.

    Parabéns pelo programa.

    Nota: eu tinha 7 anos quando ele faleceu. Liguei a TV da casa da minha avó (na época, uma TV com botões) e demorei a entender por que havia um homem caído com atendimento médico e a legenda “Senna”. Até pensei “ué… mas o Senna não vive correndo? Por que ele está parado?”.
    Triste, não?

  • Chibi Carol Martins

    Pode chorar no final do Cast? Pode sim!
    Muito legal conhecer o lado A e o lado B dessa grande pessoa e ver parte de suas falhas. Mesmo assim, um exemplo de força e determinação.
    Beijos,
    Chibi, a Mística da CV

  • Caio Dias

    Sou um ouvinte a anos do podcast porém como escuto geralmente no transporte acabo nunca lembrando de vir comentar, mas nesse tive de vir aqui deixar registrado meus parabéns pelo excelente programa sobre o nosso tão querido Ayrton Senna.

    Excelente trabalho, parabéns a todos!
    RAUL!