EU VOU JOGAR Assassin’s Creed 3

EU VOU JOGAR Assassin’s Creed 3

Novidade no WeRgeeks para você, parceiro geek e gamer.  Além da coluna de Tom Perez, EU JOGUEI, agora trago novidades sobre o que vamos jogar! Eu vou jogar tem cara de marketing de Rock in Rio e vai deixar você com água na boca, doido pra clicar no link de pre-order assim que terminar a leitura. E como quem escreve essa bagaça sou eu, Marcello, não podia começar de outra forma, né… vamos de Assassin’s Creed 3! ,,/

Como!? Não acabou? Cadê enredo?

Calma, relaxa… Sim, já contaram tudo que poderiam contar sobra a vida de Ezio e Altair. Mas não de Desmond! Desmond vai continuar sua saga para impedir o fim do mundo. Ele já foi confirmado.

O game se passa durante a revolução americana e isso me causou certo medo. Mas o medo passou quando o produtor disse: Você não vai jogar com Mel Gibson em “O Patriota”. Assassin’s Creed está muito distante dessa vertente… Cara! Que alívio. O protagonista não vai se tornar o Capitão Bundão América e não vão estragar meu jogo favorito! A Ubisoft é uma empresa francesa, o que abre a possibilidade para termos uma história sem cortes sobre intrigas, traições, massacres covardes, maçonaria e tudo que cerca a “invenção dos USA”.

Personagens históricos como George Washington, Benjamin Franklin (que não será apenas o inventor de gadgets do game, como Da Vinci) entre outras figuras importantes na história norte-americana já estão confirmados. Em Assassin’s Creed 2 os jogadores descobrem que George Washington possuiu uma maçã do éden. Mas o cara era, em tese, maçom (templário). Daí a gente olha as figuras a seguir, ele ao lado do protagonista e pensa: Hmmm… vai dar merda! D=

Então, quem é o protagonista? De onde ele vem agora, tio?

Connor é o nome do cara. Na verdade, seu nome indígena é Ratohnháken:ton ( lê-se: Ra-doon-ha-gay-doo – algo me diz que você prefere só Connor mesmo). Um jovem, filho de um inglês (daí a descendência de Desmond) com uma índia (alguém disse Pocahontas?) criado com a mãe em sua tribo. Mas o massacre de sua aldeia parece ter feito com que procurasse novos rumos ligados ao pai.

Connor se junta ao credo dos assasinos para evitar mais massacres, corrigir injustiças e… não… não vai atrás de vingança. Essa é a primeira grande diferença entre Connor e Ezio. Dentre outras esbarramos no fato de Connor não ser tão sociável quanto o italiano (esqueça a pegação e as ruivas). Connor acostumou-se a ser um ser solitário, como lobos. Aliás, a Ubisoft garante que seus movimentos vão lembrar os movimentos de um lobo em caça. Quando digo caça, não digo só em caçar templários. Mas veados, ursos, coelhos… O jogador precisa sobreviver em território selvagem!

O território selvagem, aliás, promete ser onde você mais vai gastar seu tempo. Esse território entre Boston e Nova Iorque é 1.5 vezes maior que todo o mapa de Roma em Brotherhood. Mas não vai ser dispensável como no primeiro jogo, onde você viajava o mais rápido possível do Masyaf para Jerusalém! Dessa vez a Ubisoft promete pelo menos 1/3 do jogo se passando nessa região. Ainda falando em território selvagem e novidades, o clima e as estações do ano vão influenciar não apenas o visual. Mas elementos significativos dentro do gameplay. Um lago pode ficar congelado no inverno, permitindo que o jogador o atravesse andando sobre o gelo. Há várias situações variáveis com as estações do ano. Ou dia/noite.

Tô olhando aqui… Cadê a hidden blade?? O_O

Pois é, ainda não apareceu. Mas ela vai estar presente! Isso também já foi confirmado. Por enquanto temos como  melee weapon um tomahawk com o emblema dos assasinos. Será que vai rolar escalpe dos ingleses?

Havia algo no game que me incomodava muito até então. A fila que os adversários faziam para morrer. Aquele pessoal tão educadinho, um de cada vez batendo palmas para acrobacias que Ezio e Altair faziam enquanto picotavam seus coleguinhas. Que meigo… Isso deve acabar ( aleluia, irmãos! o/) e um novo sistema de combate está a caminho. Agora devemos manejar duas armas, uma em cada mão (dã), de forma independente para ataques e contra-ataques.  A movimentação também está diferente… Aliás, pelo que nos foi passado, é mais fácil contar nos dedos o que não foi modificado.

Isso se deve ao fato de que o jogo está sendo produzido há mais de dois anos. Antes do lançamento de Brotherhood. É nada mais, nada menos que o projeto mais caro, ambicioso e trabalhoso da Ubisoft até então!

Curiosamente, Jade Raymond, produtora de games mais gata do planeta, não participou de Assassin’s Creed Brotherhood e Revelations. Mesmo após o grande sucesso de seu trabalho em AC e ACII. Estaria ela também por trás da novidade? Estando ou não, esse tempo de produção em outro título também justifica o fato da engine de batalhas não ter evoluído nas aventuras de Ezio. Mesmo com jogos semelhantes mostrando “como é que se faz”. Batman Arkham Asylum e Arkham City, por exemplo.

Dentre as coisas que se vão sem saudades, vai o Tower Defense. Na boa, eu curto Tower Defense… NO WARCRAFT! Seguindo esse raciocínio, teríamos hadoukens, colossus escaláveis e até minecraft. Que bom que isso teve um fim curto.

Bom, chega de papo. Acabou de sair o primeiro trailer do jogo, onde você pode ver melhor tudo que foi mostrado aqui. =)

Vale muito também conferir a visão da @TheRealGiovana" href="http://twitter.com/TheRealGiovana" target="_blank">@TheRealGiovana sobre o lançamento, na porta ao  lado, no Garota Geeks!

 

Sobre o autor

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  • Hiro

    Estou mto ancioso por esse jogo. Sou um grande fã da guerra da indepedência americana e acho o cenário sensacional, além disso as mudanças sugeridas pelas matérias prévias que eu li me pareceram amplamente interessantes, só não vi ngm falando sobre a dificuldade, sempre achei os ACs mto fáceis e seria legal ver alguma dificuldade, pelo menos uma necessidade de planejar o ataque antes de executar.

    No que tange ao Connor e às preocupações do Marcello, ele deve defender as colônias, basta ver a parte azul da jaqueta e das calças dele, mas entendo que a etnia mestiça dele foi arquitetada como algo a criar uma certa distância dessa imagem de “WASP defendendo o futuro American Way of Life” que aparece no imaginário popular quando se pensa nesse conflito. Acho interessante também o período histórico, sem considerar o lugar, possibilitando que o Connor acompanhe Thomas Jefferson até Paris, por exemplo, em uma expansão. Ou indo a uma Londres pré-Vitoriana atrás do pai… Seria mto interessante.

  • @Marcello_MN

    Verdade. Não tinha pensado nesse potencial de expansão com o personagem. Quem sabe na europa ele começa a usar a hidden blade, né.

  • eu provavelmente não jogarei… mas a Giovana ja teve multiplos orgasmos…

  • Mudanças são boas e significativas!
    Mas como eu ainda não terminei nem o 2º, acho que vou esperar um pouco por esse ^^

  • Hiro

    @Leo

    Até outubro tem tempo o bastante pra jogar o 2, o Brotherhood e o Revelations e até treinar no modo multiplayer.

  • @Marcello_MN

    Verdade, heim. Essa desculpa aí… rs… colou não.