Retro-review Hotel Dusk: Room 215

Retro-review Hotel Dusk: Room 215

Bem-vindo aos retro-reviews. Estes textos têm como objetivo sugerir games recentes, mas não muito recentes, que acreditamos que você deva jogar. E como estão no mercado há algum tempo, você já deve ter um ambiente que os suporte e deve encontrá-los a preços bem mais acessíveis que os lançamentos. Divirta-se e deixe suas impressões depois de jogá-los.

http://www.youtube.com/watch?v=Xxb1N41L1gQ

Uma garota, um mistério.
Histórias policiais sempre me cativaram mais que outras. A chance de participar e resolver um mistério atrai aqueles que gostam de quebra-cabeças e tem um ego bem desenvolvido, pois a oportunidade de se mostrar mais esperto, inteligente e rápido em pensamento que outra pessoa não é algo fácil de deixar passar. Esta função sempre foi muito bem empenhada pela literatura, sendo Sherlock Holmes é o grande nome nesta área. E os games tiveram sua contribuição, alguns jogos são baseados em personagens ou livros conhecidos, como o próprio Holmes, ou então utilizaram este ambiente cheio de potencial dos mistérios policiais e detetives.

Um homem com um passado em aberto
Hotel Dusk te coloca em 1979 na pele de Kyle Hyde, um ex-policial com uma história complicada. Traição e morte de pessoas muito próximas o levam a repensar toda sua vida. Seu atual ganha-pão o leva até um pequeno hotel próximo a Los Angeles. Ao se registrar Dunning, dono do hotel, informa que ele ficará no quarto 215 e que este concede desejos aos que ficam lá hospedados. E o passado do qual Kyle vem fugindo vem a tona novamente. Uma garota aparentemente incapaz de falar chega ao hotel pouco depois que Kyle, e isso desencadeia uma série de pequenos mistérios que acabam envolvendo todos os que estão no hotel, funcionários e hóspedes.

Aponte e clique
A jogabilidade é quase toda baseada em point-and-click e para isso você segura seu DS como um livro usando a tela de toque para se movimentar e interagir com objetos e pessoas. O que no princípio parece um pouco estranho rapidamente se mostra bem intuitivo e você nem pensa mais nisso, tocar uma campainha ou bater em uma porta é tão natural quanto escrever em seu bloco de anotações. Os muitos diálogos também são conduzidos com simples escolhas de opções de perguntas ou respostas. E cada uma dessas pode te levar ao progresso ou ao fim do jogo.

Simples e belo
Os gráficos e o som do jogo são simples mas nem por isso inferiores ao todo. Um misto de desenhos de estilo manual com ambientes em 3D dá um toque extra ao jogo. Os ambientes são facilmente exploráveis e há opção de detalhes caso precise interagir com os objetos encontrados. O único porém quanto ao som vem da ausência de vozes, o que provavelmente enriqueceria muito a experiência.

Um raro conjunto
Ótima história, uma das melhores no DS, jogabilidade intuitiva e belos gráficos são um raro conjunto hoje. Tudo isso embalado em um adventure point-and-click de mistério policial dá um valor único a este jogo, algo que deve ser experimentado por todos aqueles que gostam de uma boa história.

Sobre o autor

  • Divertido, vou procurar pra jogar e roubar o DS do Leo de novo. XD

  • Ok Fred… agora me ajuda e coloca uma review de um jogo foda para PSP
    xD~

    Assim eu roubo o de Kell para jogar neh!
    /o/

  • Mal aê, Leo, mas ainda não tenho nenhum review de PSP pronto pois comprei o meu a pouco tempo e ainda tô jogando Patapon.

  • poxa, assim fico com vontade de roubar o DS da minha prima … alguem sabe se o Wii tem algum esquema para emular um DS ???

  • @darthjee
    Nada de emulação! Jogue em um DS. =)

  • Tato

    @darthjee: Tooooooooma! Jogue em um DS!!! =P