Retro-review: Portal

Retro-review: Portal

Bem-vindo aos retro-reviews. Estes textos têm como objetivo sugerir games recentes, mas não muito recentes, que acreditamos que você deva jogar. E como estão no mercado há algum tempo, você já deve ter um ambiente que os suporte e deve encontrá-los a preços bem mais acessíveis que os lançamentos. Divirta-se e deixe suas impressões depois de jogá-los.

Welcome to the Aperture Science Enrichment Center
“Onde estou?” Essa provavelmente seria a primeira pergunta feita por uma pessoa que acordasse na mesma condição de Chell, a protagonista deste épico e ainda assim longe de ser a personagem principal. Ela (você) acorda em uma espécie de cela, sem nenhuma saída clara e em pouco tempo começa a ouvir a voz computadorizada de GLaDOS, a verdadeira estrela. Esta começa a explicar que isso é um experimento e que será divertido, mas que ferimentos sérios são possíveis. Muito alentador.

Um rato no labirinto
Em pouco tempo você percebe que não há nada o que você possa fazer além de seguir as instruções de progresso pois não há saídas além das indicadas por GLaDOS. A sensação de rato de laboratório em um labirinto é imediata. Você na verdade nem sabe onde deve chegar pois as instruções e pistas sobre qual caminho seguir são restritas a próxima câmara ou às vezes somente a próxima sala, algo que enlouqueceria rapidamente uma mente mais fraca. Para suavizar um pouco esta tensão GLaDOS informa com frequência que ao final do teste haverá bolo. Sim, bolo.

Pouco depois do choque inicial você é apresentado o verdadeiro objeto de estudos, a arma de portais. A partir deste ponto você começa a entender o quanto este jogo é espetacular. O que inicialmente parecia um FPS, First Person Shooter, revela-se um FPP, First Person Puzzle. Toda a mecânica do jogo se resume em uma série quebra-cabeças com visão em primeira pessoa e para vencê-los você só precisa sair dali com a ajuda de portais.

Claro que a opção de criar um portal pra fora dali não é oferecida (não por GLaDOS pelo menos, pois o jogador pode simplesmente sair do jogo e jogar outra coisa, como um conhecido meu fez depois de poucos minutos). Assim sendo, a maneira mais fácil de completar as tarefas é seguir as instruções dadas, ou ao menos a maior parte delas.

Onde não há vida pode haver sentimento
Durante o progresso você vai encontrar alguns objetos bem simpáticos que irão ajudar ou atrapalhar seu progresso, como as sentry guns. E inevitavelmente encontrará o objeto inanimado mais carismático da História: o Companion Cube. Um cubo cinza e branco com um coração desenhado em cada um dos seis lados. E você vai se apaixonar por ele.

This was a triumph
Portal modifica conceitos de uma maneira incrível. Jogabilidade simples e perfeita, personagens extremamente carismáticos (como só a Valve sabe fazer), ambientes intensos e uma ausência de história que o faz criar sua própria história. Uma experiência maravilhosa.

Sobre o autor

  • @PauloPatux

    Eu quero jogar Portal…!
    Meu PC é que não ajuda… rs…

  • Cadê meu bolo?

  • este é exatamente o jogo que o tato deixou eu jogar enquanto estava no busão as o prof. maury não liberou o note

    #revolta

    este jogo apresenta conceitos novos fodas

    you are not thinking with portals

  • Tato Tarcan

    O bolo não existe!

  • Pois é, realmente vale a experiência. É um daqueles tipos de jogo que consegue fazer diferença na sua vida… mas claro, apenas se você chegar ao final =)
    Perfect!

  • No cake for you!

  • the laptop was a lie 🙁

  • The Cake is a Lie!

    PoRTaL é um jogo foda, eu ja zerei ele algumas vezes e estou ancioso pelo PoRTaL 2.

  • Joguei algumas – poucas – fases e me peguei sorrindo boa parte do tempo!
    Muito foda!

    The cake is (not) a lie!

  • Ana Lucia -joaninha trekker

    Eu quero bolo, ainda mais que dizem que é um Floresta Negra

    that was a joke, haha, fat chance
    anyway this cake is great, it’s so delicious and moist

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